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A proposta dessa palestra é apresentar formas de prevenir e detectar as principais falhas existentes em aplicações WEB, técnicas e ferramentas que dão suporte a identificação desses defeitos, a fim de que os desenvolvedores e testadores possam produzir um software, que além ter uma melhor qualidade, ofereça mais segurança para o usuário final.
Rodrigo Elia Assad trabalha no C.E.S.A.R desde 2000, onde atualmente é consultor. Possui mestrado em Ciências da Computação pela UFPE na área de redes de segurança de sistemas. Atualmente é doutorando nesta área. Nos últimos anos tem trabalhado em projetos com enfoques em segurança e performance de aplicações WEB.
E-mail: rodrigo.assad@cesar.org.br.
Atualmente existem diversos padrões, metodologias, técnicas e direcionamentos para garantir, através de uma adequada gestão, que os projetos consigam alcançar objetivos relacionados a prazos, escopo, qualidade, custos, garantindo a satisfação do cliente. Alguns deles podem ser citados: PMBoK, PMMM, PRINCE2, CMMI, Six Sigma, dentre outros. Apesar desse grande volume de orientações, ainda resta às empresas e gestores o grande desafio de adequar o que de fato é relevante para as suas realidades. Esta palestra visa discutir aspectos relacionados a esses desafios: sugestões de como implantar processos e procedimentos de gestão de projetos, fatores críticos de sucesso e boas práticas na área de gestão serão apresentadas, no intuito de propiciar um ambiente favorável para a troca de conhecimentos e experiências vividas entre os participantes.
Graduada em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco (1996), mestre em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco (2001) e MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (2007). Iniciou suas atividades no CESAR em Janeiro de 1997, realizando atividades relacionadas às fases de desenvolvimento de software para Varejo e busca estruturada, bem como coordenação de atividades nesses projetos de desenvolvimento. Atualmente é Gerente de projetos do C.E.S.A.R e, desde 2001, teve a oportunidade de gerenciar mais de 10 projetos nesta empresa, bem como participar de várias pré-vendas e atividades relacionadas à melhoria de processos (como por exemplo, CMM 2 e CMMI 3). Certificada PMP desde 2002, tem ministrado palestras, treinamentos e cursos sobre gerência de projetos em cursos de Pós-graduação de Gerência de projetos, congressos, instituições do Governo, empresas de capacitação e no mestrado profissional em engenharia de software do CESAR.EDU.
E-mail: georgia.barbosa@cesar.org.br.
Nesta apresentação relatamos os fundamentos, a metodologia e um panorama de uma experiência de seis anos na formação de Fábricas de Software como Comunidades, incluindo desenvolvimento distribuído de software, desenvolvimento Open Source e geração de empreendimentos protótipos. Alguns dos empreendimentos são protótipos para empresas e outros são parte de projetos de pesquisa em andamento.
Jones de Oliveira Albuquerque, DSc. UFMG (2002) - Foi diretor de empresa e atua na área de Engenharia de Software e Modelagem Matemática em temas como engenharia de software, processo de software, qualidade de software, matemática computacional, otimização e programação estocástica. Professor adjunto da Universidade Federal Rural de Pernambuco e professor pesquisador da Universidade Federal de Lavras.
E-mail: jones.albuquerque@gmail.org.br.
Testes de software compreendem um conjunto de atividades como por exemplo planejamento, design e exeucação de testes. estas atividades estão diretamente associadas ao ciclo de vida do software que é seguido em cada projeto e também de acordo com este ciclo de vida elas podem ocorrer em momentos e de forma diferente. Durante esta palestra vamos apresentar alguns ciclos de vida diferentes e discutir como as atividades de testes estão relacionadas ao ciclo de vida do software como um todo.
Gustavo Eliano de Paula, MSc UFPE - Trabalha no C.E.S.A.R com desenvolvimento de aplicações para celulares há seis anos, desde que os primeiros telefones com suporte a Java foram lançados. Ele já publicou e apresentou artigos em diferentes congressos nacionais e internacionais como o SBC e o JavaOne, e tem longa experiência de ensino.
E-mail: gep@cesar.org.br.
Reuso de software significa aumento de produtividade, qualidade e redução de custos. O assunto vem ganhando relevância porque cada vez mais organizações planejam investir, ou já investiram, dinheiro, tempo e recursos na reutilização de software. Com isso, as empresas esperam melhorar a competitividade perante os seus concorrentes e reduzir custos e esforços no desenvolvimento.
Vinicius é doutorando no Centro de Informática (UFPE), foi pesquisador visitante na University of Mannheim (Alemanha) e participa como co-autor do primeiro livro open source sobre reuso: C.R.U.I.S.E (Component Reuse in Software Engineering).
E-mail: vinicius.garcia@cesar.org.br.
TV Digital: Definições, Sistemas e Padrões, Benefícios, Software, Mobilidade, Implantação.
Mario Fried é coordenador da área de TV Digital do C.E.S.A.R, com larga experiência no mercado de TV Digital e TV Digital móvel, já tendo atuado em diversas organizações nacionais e projetos em parceria com comunidades internacionais. À frente do grupo de TV Digital no C.E.S.A.R, Mario coordenou atividades como o desenvolvimento e porte de middleware e testes de conformidade para vários tipos de set top box, integração e convergência de aplicações entre dispositivos móveis e fixos, e a distribuição de conteúdo digital para diversas plataformas.E-mail: mario.fried@cesar.org.br .
A melhor forma de ser ágil é construir somente o que o cliente valoriza e precisa não mais que isto. O excesso de formalidade pode limitar o progresso do projeto, mas por outro lado, o caos total, sem a utilização de processos pode impedir que se alcancem os objetivos do projeto. Scrum permite criar produtos melhor adaptados à realidade do cliente de forma ágil. Além do mais, praticar Scrum nos projetos traz grandes benefícios para a equipe como comprometimento, motivação, colaboração, integração e compartilhamento de conhecimento, o que facilita em muito o gerenciamento e sucesso dos projetos.
Paulo Caju é certificado ScrumMaster pela ScrumAlliance.org. É gerente de projetos do C.E.S.A.R onde vem desenvolvendo projetos utilizando métodos ágeis, autor de publicações para mídia especializada no universo de gerenciamento de projetos e mestrando em Engenharia de Software (MPES) pelo CESAR.EDU. E-mail: caju@cesar.org.br . Blog: http://sircaju.wordpress.com
Os seus investimentos em TICs-Tecnologias de Informação e Comunicação estão realmente entregando o melhor valor de seu negócio, ou ainda há janela para melhorias? As TICs devem prover um sólido alicerce para uma empresa flexível e hábil, mas muito frequentemente as organizações constatam que suas iniciativas de TICs não estão realmente alinhadas com seus objetivos.
José Carlos Cavalcanti é diretor executivo da Creativante e professor de Economia na UFPe. E-mail: jcc@creativante.com.br . Blog: http://jccavalcanti.wordpress.com.
Fundamentos, metodologia e alguns dos estudos de caso de uma experiência de cinco anos na formação de Comunidades Open Source e geração de empreendimentos protótipos. Alguns dos empreendimentos são protótipos para empresas e outros são partes de projetos de pesquisa em andamento.
Jones Oliveira de Albuquerque possui graduação em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco (1994), mestrado em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco (1997) e doutorado em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Minas Gerais (2002). Atualmente, é Professor Adjunto da Universidade Federal Rural de Pernambuco, docente do C.E.S.A.R.EDU e colaborador ad hoc do C.E.S.A.R. Tem experiência na área de Ciência da Computação, foi diretor de empresa e atua na área de Engenharia de Software e Modelagem Matemática, atuando principalmente em engenharia de software, processo de software, qualidade de software, matemática computacional, epidemiologia computacional e modelagem de sistemas.
Motivação para a necessidade crescente de garantir a confiabilidade de sistemas computacionais através de técnicas de verificação e validação (v&v), que variam desde testes informais e manuais até técnicas mais elaboradas como análise estática e verificação de modelos e de código: "(software) model checking". Cenários e estratégias de aplicação de v&v, partindo de um contexto ideal, onde o código é gerado a partir de modelos, preservando o comportamento por construção, e progressivamente considerando cenários mais realistas, onde código proprietário é gerado de forma ah hoc, sem uma garantia de aderência ao modelo, ou mesmo quando o único artefato disponível é o código legado. Soluções de v&v para cada cenário com base na integração de testes com técnicas mais elaboradas de análise. O escopo inclui tanto v&v de componentes isolados, como da integração e coordenação de componentes.
Augusto Sampaio é PhD pela Universidade de Oxford. Atualmente é professor titular de engenharia de software no CIn-UFPE, coordenador de pesquisa do CIn, coordenador do projeto de cooperação CIn-Motorola, bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq e sócio da Qualiti Software Processes.
Alexandre Mota é Doutor pela UFPE. Atualmente é professor adjunto II em engenharia de software no CIn-UFPE, coordenador da graduação em Ciência da Computação do CIn, coordenador do projeto de pesquisa CIn-Embraer e pesquisador colaborador do projeto de pesquisa CIn-Motorola.
Conceito de Linguagens de Domínio Específico (DSLs - Domain Specific Languages), muito úteis para o aumento de produtividade em contextos em que são desenvolvidas várias aplicações para um mesmo domínio (por exemplo, no contexto de fábricas de software) e facilitadoras na interação e integração entre usuário e desenvolvedor, aproximando-os com uma linguagem de fácil entendimento comum. Motivos que levam à criação de uma DSL e o processo de criação e de uso de DSLs e ferramentas que apóiam a criação de DSLs, e exemplos de uso.
André Santos é PhD pela Universidade de Glasgow, Escócia, e atualmente é professor adjunto do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco, atuando nas áreas de linguagens de programação e engenharia de software. É sócio-fundador e consultor da Qualiti Software Processes, coordenador de infra-estrutura do CIn-UFPE e coordenador do projeto de pesquisa CIn-Samsung.
André Furtado é engenheiro de software e consultor pelo projeto Partec-MyTV; bacharel, mestre e doutorando em Ciência da Computação pela UFPE; Microsoft Student Partner Lead; Certified Microsoft Solutions Framework Practitioner, Microsoft Certified Professional, Certified IBM-DB2 Specialist, Sun Certified Java Programmer 1.4, campeão mundial da competição Imagine Cup 2005 e 2007, campeão do primeiro XNA Challenge Brazil e um dos líderes do grupo de usuários Sharp Shooters .NET.
Características de linguagens utilizadas para a construção de software. Entender estas características e o papel exercido por cada uma é essencial para escolher as linguagens mais apropriadas para uma dada situação, evitando religiosidades comumente encontradas no mundo do desenvolvimento de software. Iremos contrastar o uso de linguagens de modelagem MDA com linguagens de programação, linguagens textuais com linguagens gráficas, linguagens gerais com linguagens de domínio específico, e velhas construções e estilos de programação com os que vêm surgindo com linguagens como Ruby, AspectJ e Fortress.
Paulo Borba é PhD em Computação pela Universidade de Oxford, Inglaterra, e Professor Adjunto do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco, onde ensina e desenvolve projetos de pesquisa associados a Produtividade de Software, principalmente envolvendo Linhas de Produtos de Software, Orientação a Aspectos, e Transformação de Programas e Modelos. É sócio-fundador e consultor da Qualiti Software Processes, membro de comitês de programa de vários eventos nacionais e internacionais de linguagens de programação e engenharia de software, e já orientou mais de 20 teses e dissertações e publicou mais de 100 artigos nacionais e internacionais.
Já é uma realidade bem estabelecida na indústria de desenvolvimento de software o uso da orientação a objetos (OO). No entanto, certas limitações do paradigma OO, como o entrelaçamento de código com diferentes propósitos, e o espalhamento de código de determinado propósito por várias partes do sistema, aumentam a dificuldade de entendimento e por conseqüência diminuem a manutenibilidade. Neste contexto, novas técnicas de programação vêm surgindo com o objetivo de corrigir tais limitações, favorecendo situações de reuso e facilitando a manutenção de software. Por ouro lado, nenhuma nova técnica é adotada de imediato no ambiente industrial sem comprovações dos seus benefícios e sem um apoio de empresas confiáveis, formadoras de opinião e que dêem suporte a tais técnicas. Esta palestra fará uma breve apresentação sobre o Desenvolvimento de Software Orientado a Aspectos (DSOA), abordando suas principais aplicações tanto na academia quanto na indústria de software.
Doutor em Ciência da Computação pelo CIn/UFPE (2004), Sérgio Soares é Professor Adjunto da Universidade de Pernambuco (UPE) onde participa do Programa de Pós-Graduação em Engenharia da Computação. Participa de projetos de pesquisa ligados a Desenvolvimento de Software Orientado a Aspecto, Linhas de Produto de Software e Testes de Software em colaboração com diferentes instituições, como UFPE, UFBA, C.E.S.A.R e Lancaster University. Orienta alunos de mestrado com temas associados a Orientação a Aspectos e é co-autor de cerca de 30 artigos científicos.
O que são coisas simples? E projetos simples? Qual a essência dos projetos? Qual o perfil desejado para o gerente de projetos? O que se passa fora das fronteiras da equipe de projeto? Responder a estas perguntas e relacionar as respostas dentro de um contexto mais amplo e integrado de gerenciamento de projetos é o principal objetivo da palestra. Esta visão mais abrangente do gerenciamento de projetos e a necessidade de um perfil mais reflexivo do gerente de projetos serão apresentadas, junto com um ambiente que integra várias iniciativas de pesquisa e desenvolvimento conduzidas atualmente pelo Centro de Informática da UFPE na área, para as quais é fundamental a participação da academia e da indústria.
Hermano Perrelli de Moura é Professor e Vice Diretor do Centro de Informática da UFPE, consultor e instrutor da Qualiti Software Processes, certificado PMP - Project Management Professional, pelo PMI,
PhD em Ciência da Computação pela University of Glasgow, Scotland, Mestre em Informática pela Universidade Federal de Pernambuco e
Graduado em Engenharia Eletrônica pela Universidade Federal de Pernambuco.
Empresas de produtos de software enfrentam competição acirrada, onde "time to market" é considerada uma das principais metas durante o processo de desenvolvimento. Além disso, estas empresas precisam entender os requisitos de clientes e usuários distribuídos em várias localidades. Estas características refletem algumas das dificuldades envolvidas no desenvolvimento de produtos de software para um amplo mercado consumidor. Neste seminário serão apresentadas experiências e lições aprendidas durante um programa de transferência de conhecimento em engenharia de requisitos junto a quatro empresas desenvolvedoras de produtos de software em Recife. O objetivo do programa é apresentar e discutir melhores práticas e abordagens encontradas na literatura para auxiliar as empresas participantes na melhoria de seus processos de engenharia de requisitos.
Carina Alves é Ph.D. em Ciência da Computação pela University College London. Atualmente é professora visitante do Centro de Informática da UFPE e coordenadora do projeto de pesquisa do CNPq "Um Framework de Engenharia de Requisitos para Desenvolvimento de Produtos de Software". Tem atuado em comitês de programa e na organização de diversos eventos internacionais em engenharia de software.